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Apresentação

Publicado: Segunda, 19 de Setembro de 2016, 20h33 | Última atualização em Quinta, 06 de Outubro de 2016, 22h41 | Acessos: 1779

As eleições vigentes no IFPA serão baseadas no Sistema de Votação On-Line Helios que permite a realização de eleições através da Internet e com auditoria aberta ao público. Trata-se de um software livre, com documentação técnica e de usuário, facilitando assim o processo de auditoria da solução. O Helios faz uso de criptografia homomórfica de forma que é possível computar o resultado final de uma eleição sem que seja necessário ter acesso ao voto em claro (descriptografar o voto) individual de cada eleitor. Veja abaixo algumas instituições que utilizam o sistema Helios.

IFSC

HARVARD

PDT

UNICAMP

USP

DIFERENÇAS ENTRE URNA ELETRÔNICA E SISTEMA ELETRÔNICO DE VOTAÇÃO

Urna Eletrônica

Sistema Eletrônico de Votação

A atual Constituição traz a obrigatoriedade do voto eleitoral, exceto para os analfabetos, os menores de idade e para os idosos maiores de 70 anos. Voto Facultativo no IFPA: O voto facultativo é a escolha livre, a opção consciente por excelência.

A urna eletrônica é um microcomputador (hardware) de uso específico para eleições, com as seguintes características: resistente, de pequenas dimensões, leve, com autonomia de energia e com recursos de segurança.

Sistema Eletrônico de Votação é uma ferramenta (software), segura e que permite o acompanhamento do voto por cada eleitor: este é o Sistema Helios, desenvolvido em pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, em parceria com pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Ainda incipiente, o sistema foi utilizado na eleição de reitor na universidade Belga.

Dois terminais compõem a urna eletrônica: o terminal do mesário, onde o eleitor é identificado e autorizado a votar, e o terminal do eleitor, onde é registrado numericamente o voto.

Um terminal compõe a urna eletrônica on-line. Como não existe o terminal do mesário o sistema fica disponível para o eleitor por todo o período de votação.
O eleitor poderá alterar o seu voto quantas vezes julgar necessário, sendo computado somente o último voto on-line realizado. Qualquer alteração em seu voto todos os registros ficam disponível para o eleitor. Isso é o que eles chamam de “eleição de auditoria aberta”, pois o processo de auditoria dos votos estará aberto e disponível para qualquer um, possibilitando que cada cidadão e observador verifique os votos computados.

 

O terminal do mesário possui um teclado numérico, onde é digitado o número do título de eleitor, e uma tela de cristal líquido, onde aparece o nome do eleitor, se ele pertence àquela seção eleitoral e se está apto a votar (formato PDF). Antes da habilitação, nas seções onde háidentificação biométrica, o eleitor tem sua identidade validada pela urna. Desta forma, um eleitor não pode votar por outro.

Segundo Ben Adida, um dos idealizadores do projeto, este sistema “permite que qualquer participante verifique se seu voto foi capturado corretamente, e que qualquer observador verifique se todos os votos foram contados corretamente”, o que significa que além dos próprios eleitores, o trabalho de observadores também seria facilitado no acompanhamento dos votos computados.

A urna eletrônica somente grava a indicação de que o eleitor já votou. Pelo embaralhamento interno e outros mecanismos de segurança, não há nenhuma possibilidade de se verificar em quais candidatos um eleitor votou, em respeito à Constituição Federal brasileira, que determina o sigilo do voto.

Isso é o que eles chamam de “eleição de auditoria aberta”, pois o processo de auditoria dos votos estará aberto e disponível para qualquer um, possibilitando que cada cidadão e observador verifique os votos computados.

Três pequenos sinais visuais (LEDs) auxiliam o mesário, informando-o se o terminal está disponível para o eleitor, se já completou o voto e se a urna eletrônica está funcionando ligada à corrente elétrica ou à bateria interna.
Já o terminal do eleitor possui teclado numérico, usado para registrar o voto, e uma tela de cristal líquido, onde aparecem as mensagens que orientam o eleitor para o registro de seu voto.

Para não ter problemas com segurança, o Helios utiliza avançadas técnicas de criptografia, codificando o voto e somente desfazendo esta decodificação em seu destino final, no momento da contagem. Esta técnica é conhecida como criptografia de chave homomórfica, onde uma chave pública é utilizada para criptografar alguma informação (neste caso o voto).

Caso ocorra algum problema com a urna eletrônica durante a votação, serão adotados procedimentos de contingência para saná-lo.

Além de manter o sigilo, estes códigos utilizados são provas matemáticas de que o voto foi computado corretamente, colaborando para diminuir o número de fraudes.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral

Fonte: Site Inovação Tecnológica

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